formação em psicanálise carl gustav jung

FORMAÇÃO PSICANÁLISE

Formação em Psicanálise Pós-Junguiana

“ANÁLISE DA RELAÇÃO TERAPÊUTICA”

O QUE FAZ COM QUE SEJA INSTRUMENTO DE TRANSFORMAÇÃO INDIVIDUAL E COLETIVA.

 

Professora: Adriana Tanese Nogueira, psicanalista formadora e fundadora do AELLA.

Para: Psicanalistas formados (pelo Instituto AELLA ou não) e psicólogos.

Requisitos: Os psicanalistas formados pelo AELLA deverão estar em processo analítico.

Duração: 1 ano.

Material: 2 apostilas que serão entregues no início de cada módulo.

Aulas quinzenais de uma hora e meia, online ao vivo, às quartas às 19h.

Início: 16 de março.

É exigido um trabalho final para a obtenção do certificado. Se trata de um estudo de caso clínico que o aluno esteja acompanhando analisado com base no material estudado. A monografia de 7 a 10 páginas em Word, 1,5. New Times, será orientada por Adriana Tanese Nogueira. Prazo final para a entrega da monografia: 30/11/22.

 

Cerimônia online de formatura: sábado, 10/12/22.

 

Certificado final.

INVESTIMENTO:

Matrícula: R$ 200 ou US$ 99 (para quem mora no exterior).

Depois: 10 x DE R$ 367 ou 10 x de US$ 137 (para quem mora no exterior).

 

Modo de pagamento: matrícula por pix (CNPJ) e depois por boleto.

BRASIL | matrícula R$ 660

Pagseguro

EXTERIOR | Matrícula $ 249

Paypal

Conteúdo Programático

MÓDULO 1

INTRODUÇÃO

A interdependência e a intersubjetividade na relação psicanalítica. Método, técnica, transferência e contratransferência. Reflexão crítica sobre o “fazer analítico” e suas relações com o mundo relacional humano coletivo, tendo como base a relação mãe-filho e as relações entre masculino e feminino.

Livro de base: Silvia Montefoschi, O um e o outro. Interdependência e intersubjetividade.

MÓDULO 2

A essência do objeto psicanalítico e sua relação com o pensamento marxiano. A praxe e teoria psicanalíticas no contexto maior das mudanças sociais que estamos atravessando. O conceito de Édipo em Freud, Lacan e Jung, e seu sentido no processo evolutivo individual e coletivo. As figuras parentais: de pessoas a símbolos. O Édipo como possível saída da crise social e cultural na qual nos encontramos.

Livro de base: Silvia Montefoschi, Para além do limite da pessoa.

CALENDÁRIO DAS AULAS

16/03 Aula 1

ANÁLISE DA EXPERIÊNCIA PSICANALÍTICA.

​​

“A primeira pergunta que me faço, para analisar as operações que acontecem na relação entre mim e o paciente, é sobre o que eu faço. Não ajo diretamente sobre os instintos, nem sobre os afetos, nem sobre a estrutura psíquica dada como uma coisa. Eu me dirijo a um sujeito na medida em que ele se dirige a mim...”

30/03 Aula 2:

OS DOIS MODELOS DE RELAÇÃO E SUAS INTERFERÊNCIAS.

  • O conceito de necessidade ou carência

  • A interferência entre os dois modelos de relacionamento

  • A intersubjetividade como fundamento da interdependência

  • A interdependência como o único canal para a intersubjetividade

Há “dois modelos de relacionamento que interferem um no outro no processo psicanalítico [e] devem necessariamente já estar dados no contexto sociocultural em que a situação analítica está inserida. Devo, portanto, tentar identificar neste contexto as relações e o lugar e o tempo de sua interferência...”

Transferência e contratransferência. O conceito de empatia na relação analítica.

22/06 AULA 7: 

A INTERDEPENDÊNCIA ENTRE OS PAPÉIS MASCULINO E FEMININO 2.

  • A lógica do método

  • O modelo operacional

  • Os dois modelos de relação

  • A contratransferência

  • O fim da relação analítica

  • A técnica

  • “Pela análise da minha experiência, a primeira consideração que emergiu é que eu atuo sobre a forma de se relacionar do paciente e que a ferramenta que utilizo e o parâmetro a que me refiro é a minha forma de me relacionar com ele. O método parece então consistir em promover um processo de transformação do modo de ser do paciente na relação, comparando-o ao do analista...”

13/07 Aula 8: 

CONSIDERAÇÕES SOBRE O MÉTODO PSICANALÍTICO.

“...a intersubjetividade, que se esconde na interdependência, tenta reiteradamente emergir desta última questionando-a, de modo que dessa interferência a própria finalidade do processo psicanalítico parece surgir como um fenômeno necessário: a realização de um novo conhecimento, o do modelo intersubjetivo, que em grande parte ele permanece oculto da consciência...”

25/05 Aula 5

RELAÇÃO MÃE-FILHO 2

A interdependência como fato cultural

“A função materna em nossa sociedade esgota para a mulher seu papel social e significado existencial. É verdade que há espaços em outros campos de atividade e em outros níveis da vida sociocultural”, mas a maternidade continua sendo uma função que lhe foi confiada, e que por isso se apresenta a ela como a tarefa mais importante da vida, na qual ela própria coloca a justificação última de sua condição humana...” 

08/06 Aula 6: 

A INTERDEPENDÊNCIA ENTRE OS PAPÉIS MASCULINO E FEMININO 1.

  • Mulheres com comportamento histérico

  • Homens com comportamento obsessivo

“Ao deslocar a atenção da dinâmica comportamental interpessoal para a psíquica intrapessoal, a carência e a incapacidade de se autogovernar parecem constituir, como experiência subjetiva, o próprio cerne do problema existencial que impulsiona o indivíduo a buscar uma solução na relação psicanalítica...” Mulheres passivas e homens ativos no modelo relacional da interdependência.

22/06 AULA 7: 

A INTERDEPENDÊNCIA ENTRE OS PAPÉIS MASCULINO E FEMININO 2.

  • Mulheres com comportamento obsessivo

  • Homens com comportamento histérico

“A experiência vivida é o sentimento de incapacidade de suportar tensões conflituosas, ao que segue a recusa em dialogar com a própria interioridade, recusa que leva o indivíduo a estabelecer o processo de defesa contra si mesmo. Não é esta a situação subjacente a qualquer dinâmica neurótica?...” Mulheres ativas e homens passivos no modelo relacional da interdependência.

13/07 Aula 8: 

CONSIDERAÇÕES SOBRE O MÉTODO PSICANALÍTICO.

“...a intersubjetividade, que se esconde na interdependência, tenta reiteradamente emergir desta última questionando-a, de modo que dessa interferência a própria finalidade do processo psicanalítico parece surgir como um fenômeno necessário: a realização de um novo conhecimento, o do modelo intersubjetivo, que em grande parte ele permanece oculto da consciência...”

Hilda Clark

Sou formada e trabalho com Direito,  mas sempre nutri uma imensa curiosidade em compreender a mim mesma e o mundo ao meu redor.  Acabei aceitando o desafio de me embrenhar no universo de Carl G. Jung através da visão de Silvia Montefoschi. É um conhecimento vivo, dinâmico, que se alimenta de nossas próprias entranhas. Uma palavra para definí-lo? Transformador. 

Raquel Miranda

“Pouco mais de 3 anos de formação, mas a mim pareceu muito mais, pelo tanto que vi, ouvi e aprendi. A “lente” da percepção vem se ampliando. A mudança de olhar, tanto sobre mim como sobre o mundo, passou por momentos inesperados, alguns desafiadores, outros surpreendentes. Não sabia que essa formação seria uma jornada interna tão profunda, porém gratificante, posto que não podemos desvendar no outro aquilo que não conhecemos, como disse Freud, daí a importância de se fazer a análise pessoal primeiramente. A linha de estudos do Instituto Aella, pós-junguiana, surpreende pela contextualização social histórica e sua continuidade, passando por Freud, Jung e Silvia Montefoschi. Todo o conteúdo, o material, as vídeo-aulas são bastante abrangentes. Os grupos de estudos, estágios e supervisões feitos com muita seriedade e compromisso. E a prova com a monografia são trabalhos essenciais para uma boa conclusão. Certamente é um curso que vale para vida toda!”

curso psicanálise

Trabalhando com esta Nova Psicanálise, muitas novas certezas emergem e nos acalentam o coração. Por exemplo, eu posso afirmar que se eu não posso mudar o outro, a mudança que eu realizo em mim seguindo minha mais profunda verdade interior irá certamente reverberar no outro e no mundo à minha volta, quer eu queira ou não, quer eu tenha ou não intenção. Estamos todos interconectados, nada está separado de nada. Quando o trabalho interior de autoconhecimento é suficientemente profundo e honesto, chegamos a um lugar onde encontramos uma nova coletividade, ou talvez, uma nova forma de estarmos juntos. Somos fruto de relações. 

 
Pra quem?

 

Esta formação é para qualquer pessoa que tenha interesse na área da Saúde Mental, Psicologia, Psicanálise, Psicologia Analítica, Psicologia Arquetípica e para as pessoas que atuam na área de ciências humanas, como também para os profissionais interessados em adicionar ao seu conhecimento aquele da praxe e teoria psicanalítica, como psicólogos e psiquiatras, médicos, e professores, terapeutas ocupacionais e assistentes sociais. O curso é aberto também para aqueles que lidam com o público e estabelecem relações educacionais ou relações que objetivam encontrar uma compreensão e/ou acordo mútuo. 

Agora, tem uma coisa que é importante entender: o ser humano, nós!, somos seres complexos. Não estou dizendo “complicados”, estou dizendo “complexos”. Complicado é o que não entendemos e é complicado justamente porque não o entendemos, então para resolver o “complicado” precisamos ter humildade para reconhecer a nossa ignorância e disposição para aprender. Complexo, ao contrário, é o que tem muitas facetas e aspectos, é o que tem camadas e profundidades. Complexo é o que não é banal, corriqueiro, simplório. Complexo é o que não pode ser apreendido de uma vez só, que demanda dedicação, paciência, atenção. Atenção com amor.

 

Portanto, este curso não é para pessoas que buscam soluções rápidas. Primeiro, porque eu não acredito em soluções rápidas para problemas humanos. Segundo, porque o meu trabalho é o de evolução de consciência e isso requer quebrar tabus, crenças, hábitos, mal-entendidos, medos, etc. Logo, demanda um tempo. Desconsiderar o contexto psicológico de relacionamentos, comportamentos, situações tem um custo muito alto no médio e longo prazo. Também, esse curso não é para quem busca autoconhecimento embrulhado numa fórmula pronta. Não tenho receitas a oferecer. Também não é para quem não quer pensar, porque nesse curso vamos pensar bastante e pensar muita coisa não fácil de ser tragada, mas que faz parte da nossa vida. Garanto que vamos pensar também muita coisa que vai gerar profundo alívio.  

 

Assim, esse curso é para quem quer arregaçar as mangas e se debruçar sobre os mistérios da psique começando por sua própria, por todas as coisas que você não sabe e não entende a respeito de você mesmo. São muitas, não é? Quer descobri-las? Quer se tornar um pesquisador da alma? Está aberto para aprender? Está pronto para o desafio? Está animado para a transformação? Esta Nova Psicanálise promove o seu processo de individuação e desenvolvimento integral e, ao mesmo tempo, o torna agente ativo na transformação social. 

BRASIL | matrícula R$ 660

Pagseguro

EXTERIOR | Matrícula $ 249

Paypal

CALENDÁRIO DAS AULAS

Módulo 1

16/03 Aula 1: 

ANÁLISE DA EXPERIÊNCIA PSICANALÍTICA.
 

“A primeira pergunta que me faço, para analisar as operações que acontecem na relação entre mim e o paciente, é sobre o que eu faço. Não ajo diretamente sobre os instintos, nem sobre os afetos, nem sobre a estrutura psíquica dada como uma coisa. Eu me dirijo a um sujeito na medida em que ele se dirige a mim...”

30/03 Aula 2: 

OS DOIS MODELOS DE RELAÇÃO E SUAS INTERFERÊNCIAS.

  1. O conceito de necessidade ou carência

  2. Intersubjetividade

  3. Interdependência

  4. A interferência entre os dois modelos de relacionamento

  5. A intersubjetividade como fundamento da interdependência

  6. A interdependência como o único canal para a intersubjetividade

Há “dois modelos de relacionamento que interferem um no outro no processo psicanalítico [e] devem necessariamente já estar dados no contexto sociocultural em que a situação analítica está inserida. Devo, portanto, tentar identificar neste contexto as relações e o lugar e o tempo de sua interferência...”

Transferência e contratransferência. O conceito de empatia na relação analítica.

13/04 Aula 3:

O MÉTODO.
 

  • A lógica do método

  • O modelo operacional

  • Os dois modelos de relação

  • A contratransferência

  • O fim da relação analítica

  • A técnica
     

“Pela análise da minha experiência, a primeira consideração que emergiu é que eu atuo sobre a forma de se relacionar do paciente e que a ferramenta que utilizo e o parâmetro a que me refiro é a minha forma de me relacionar com ele. O método parece então consistir em promover um processo de transformação do modo de ser do paciente na relação, comparando-o ao do analista...”

11/05 Aula 4: 

RELAÇÃO MÃE-FILHO 1

  • A interdependência como um fato natural

“Uma vez que o modelo de interdependência é vivenciado pelo ser humano com sua mãe em seu primeiro surgimento de existência, ele é sempre reapresentado na linguagem da relação mãe-filho como também no processo psicanalítico...”

25/05 Aula 5

RELAÇÃO MÃE-FILHO 2

A interdependência como fato cultural

“A função materna em nossa sociedade esgota para a mulher seu papel social e significado existencial. É verdade que há espaços em outros campos de atividade e em outros níveis da vida sociocultural”, mas a maternidade continua sendo uma função que lhe foi confiada, e que por isso se apresenta a ela como a tarefa mais importante da vida, na qual ela própria coloca a justificação última de sua condição humana...” 

08/06 Aula 6: 

A INTERDEPENDÊNCIA ENTRE OS PAPÉIS MASCULINO E FEMININO 1.

  • Mulheres com comportamento histérico

  • Homens com comportamento obsessivo

“Ao deslocar a atenção da dinâmica comportamental interpessoal para a psíquica intrapessoal, a carência e a incapacidade de se autogovernar parecem constituir, como experiência subjetiva, o próprio cerne do problema existencial que impulsiona o indivíduo a buscar uma solução na relação psicanalítica...” Mulheres passivas e homens ativos no modelo relacional da interdependência.

22/06 AULA 7: 

A INTERDEPENDÊNCIA ENTRE OS PAPÉIS MASCULINO E FEMININO 2.

  • Mulheres com comportamento obsessivo

  • Homens com comportamento histérico

“A experiência vivida é o sentimento de incapacidade de suportar tensões conflituosas, ao que segue a recusa em dialogar com a própria interioridade, recusa que leva o indivíduo a estabelecer o processo de defesa contra si mesmo. Não é esta a situação subjacente a qualquer dinâmica neurótica?...” Mulheres ativas e homens passivos no modelo relacional da interdependência.

13/07 Aula 8: 

CONSIDERAÇÕES SOBRE O MÉTODO PSICANALÍTICO.

“...a intersubjetividade, que se esconde na interdependência, tenta reiteradamente emergir desta última questionando-a, de modo que dessa interferência a própria finalidade do processo psicanalítico parece surgir como um fenômeno necessário: a realização de um novo conhecimento, o do modelo intersubjetivo, que em grande parte ele permanece oculto da consciência...”

MÓDULO 1

INTRODUÇÃO

A interdependência e a intersubjetividade na relação psicanalítica. Método, técnica, transferência e contratransferência. Reflexão crítica sobre o “fazer analítico” e suas relações com o mundo relacional humano coletivo, tendo como base a relação mãe-filho e as relações entre masculino e feminino.

Livro de base: Silvia Montefoschi, O um e o outro. Interdependência e intersubjetividade.

MÓDULO 2

A essência do objeto psicanalítico e sua relação com o pensamento marxiano. A praxe e teoria psicanalíticas no contexto maior das mudanças sociais que estamos atravessando. O conceito de Édipo em Freud, Lacan e Jung, e seu sentido no processo evolutivo individual e coletivo. As figuras parentais: de pessoas a símbolos. O Édipo como possível saída da crise social e cultural na qual nos encontramos.

Livro de base: Silvia Montefoschi, Para além do limite da pessoa.

Para além do limite da pessoa.

Módulo 1

25/05 Aula 5

RELAÇÃO MÃE-FILHO 2

A interdependência como fato cultural

“A função materna em nossa sociedade esgota para a mulher seu papel social e significado existencial. É verdade que há espaços em outros campos de atividade e em outros níveis da vida sociocultural”, mas a maternidade continua sendo uma função que lhe foi confiada, e que por isso se apresenta a ela como a tarefa mais importante da vida, na qual ela própria coloca a justificação última de sua condição humana...” 

08/06 Aula 6: 

A INTERDEPENDÊNCIA ENTRE OS PAPÉIS MASCULINO E FEMININO 1.

  • Mulheres com comportamento histérico

  • Homens com comportamento obsessivo

“Ao deslocar a atenção da dinâmica comportamental interpessoal para a psíquica intrapessoal, a carência e a incapacidade de se autogovernar parecem constituir, como experiência subjetiva, o próprio cerne do problema existencial que impulsiona o indivíduo a buscar uma solução na relação psicanalítica...” Mulheres passivas e homens ativos no modelo relacional da interdependência.

22/06 AULA 7: 

A INTERDEPENDÊNCIA ENTRE OS PAPÉIS MASCULINO E FEMININO 2.

  • Mulheres com comportamento obsessivo

  • Homens com comportamento histérico

“A experiência vivida é o sentimento de incapacidade de suportar tensões conflituosas, ao que segue a recusa em dialogar com a própria interioridade, recusa que leva o indivíduo a estabelecer o processo de defesa contra si mesmo. Não é esta a situação subjacente a qualquer dinâmica neurótica?...” Mulheres ativas e homens passivos no modelo relacional da interdependência.

13/07 Aula 8: 

CONSIDERAÇÕES SOBRE O MÉTODO PSICANALÍTICO.

“...a intersubjetividade, que se esconde na interdependência, tenta reiteradamente emergir desta última questionando-a, de modo que dessa interferência a própria finalidade do processo psicanalítico parece surgir como um fenômeno necessário: a realização de um novo conhecimento, o do modelo intersubjetivo, que em grande parte ele permanece oculto da consciência...”

IMPORTANTE

- INVESTIMENTO EXTRA: O encontro anual do AELLA no Brasil (São Paulo) não está contabilizado nos números acima. O Encontro do ano de 2020 foi adiado por causa da pandemia para 2021 com data ainda a se definir. A participação ao Encontro é de suma importância mas não obrigatória.

- Número mínimo para criar uma turma: 8 pessoas.

- Após a matrícula, o interessado passará por uma entrevista com Adriana Tanese Nogueira para definir com quem a pessoa irá fazer análise e para o esclarecimento de quaisquer dúvidas.

- As aulas online focam no conteúdo da apostila. O estudo da mesma tem a duração de cerca de 1 ano, incluindo pausas de feriados.

- Os cursos de imersão podem ser online ao vivo ou gravados, serão cerca de 10 por ano, por um total de cerca de 20 durante toda a formação.

- Devido às mudanças no câmbio, os valores podem ser reajustados.

- Se você tem algum conhecimento e/ou capacidade que possa ser de utilidade para o Instituto há a possibilidade de uma troca parcial.

- Se você começar a formação no Brasil e depois se mudar para o exterior, seus pagamentos haverão de passar do real para o dólar, conforme acima ("Investimento para quem mora fora do Brasil"). 

- Os valores das sessões antes e depois da formação seguem os da tabela regular que se encontra na pagina de Atendimento (em reais) e Services (em dólares). 

formação psicanalise junguiana

Encontros Anuais AELLA

Espaço de conhecimento, auto-conhecimento, troca, construção de saber e novas perspectivas sobre si e a vida. Com alunos da formação e público interessado.

Itapecerica da Serra/SP

BRASIL | matrícula R$ 660

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EXTERIOR | Matrícula $ 249

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MAIS INFORMAÇÕES

Contato | Cláudia + 55 9 6020 7474

 

Inscrições abertas!

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Reconhecimento do curso

Cursos Livres

O Curso de Formação em Psicanálise Pós-Junguiana do AELLA | Instituto Internacional de Educação Psicológica e Espiritual, é um "Curso Livre" amparado pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei n° 9394/96), pelo Decreto Federal n° 2.494/98 e Decreto n° 2.208, de 17/04/97. O profissional formado estará plenamente habilitado a exercer a ocupação de PSICANALISTA CLÍNICO, de acordo com o item COMPETÊNCIA PESSOAL, prescrito na Classificação Brasileira de Ocupações - CBO nº 2515-50 em todo território nacional. Para mais informações sobre cursos livres clique aqui.

Reconhecimento da profissão

Legalmente uma "ocupação".

Os psicanalistas formados no Curso de Formação em Psicanálise Pós-Junguiana do Instituto Ser e Saber Consciente têm sua profissão e atividade profissional amparada e classificada na CBO (Classificação Brasileira de Ocupações) no Ministério do Trabalho - Portaria nº 397/TEM de 09/10/2002, sob o nº 2515.50, podendo exercer sua profissão em todo o Território Nacional. O psicanalista é um profissional que pratica a psicanálise em consultórios, clínicas e até em hospitais, empregando metodologia exclusiva ao bom exercício da profissão, quais sejam, as técnicas e meios eficazes da psicanálise no tratamento das psiconeuroses e do mal-estar moderno.

A criadora e organizadora da formacão

Levando a psicanálise adiante.

Adriana Tanese Nogueira, psicanalista, filósofa, terapeuta transpessoal, educadora, educadora perinatal, autora. Representante no Brasil e nos EUA do pensamento de Silvia Montefoschi. Teve sua análise pessoal (1980-88) e supervisão (1988-93) com alunos de Silvia Montefoschi e participou de grupo de trabalho de analistas (1988-1990) coordenados por Silvia Montefoschi.